sábado, 9 de março de 2013

[Exploração Espacial] Curiosity atravessará dunas de areia em movimento




Há pouco mais de 7 meses em Marte, o Curiosity, da NASA, está explorando a região ao redor de onde pousou, investigando a superfície do Planeta Vermelho com sua impressionante suíte de ferramentas científicas.

Ao longo de 208 sols (um sol é um dia marciano), o jipe-robô já viajou cerca de 500 metros pelo terreno pedregoso da Cratera Gale. A sonda caminha rumo ao seu destino final: o Monte Sharp, uma montanha no centro da cratera com 5,5 km de altura.

Mas, para chegar até lá, o Curiosity deverá atravessar uma grande área de dunas de areia que envolve a base da montanha.

Assim como na Terra, as dunas de Marte são formas de relevo migratórias – esculpidas e movidas pelo vento, mesmo este sendo mais fraco do que em nosso planeta.

Recentemente, pesquisadores do Instituto SETI descobriram que as dunas que cercam a base de Aeolis Mons são influenciadas pelo vento, tanto do leste-nordeste e noroeste, fazendo com que as dunas no caminho do Curiosity se movam na direção sudoeste a uma taxa de cerca de 0,4 metros por ano.

Embora a mudança seja pequena, ela não estava nos planos dos membros da missão. Não se sabe se isso pode causar algum dano ao rover, mas ele terá uma oportunidade de analisar de perto essas dunas em breve.





[Informativo] Primeiro Fórum Mundial de Contatados 2013.



Informações:


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sábado, 2 de março de 2013

[Astronomia] Cometa pode colidir com Marte.





Marte poderá passar por uma grande catástrofe em outubro de 2014. Astrônomos russos do observatório ISON-NM acreditam que o cometa S/2013, que tem um núcleo medindo 50 milhas, aproximadamente 80 km, tem chance de colidir com o Planeta Vermelho. O impacto causaria uma explosão de 20 bilhões de megatons (a Bomba de Hiroshima tinha 15 quilotons) e abrir uma cratera de 500 km em solo marciano.

O S/2013 está viajando na chamada órbita retrógrada, movimento em uma direção oposta a de outro astro, e rumando para o Sistema Solar. A velocidade do cometa é de 56 km/seg. Os astrônomos russos, porém, destacaram que as previsões são baseadas em dados atualmente disponíveis e que podem ser corrigidas com novas informações.

Fonte: Diário da Rússia